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Turismo sem Fronteiras

Turismo sem Fronteiras

Muita gente fala sobre o famoso Turismo sem Fronteiras, que nada mais é do que quando os alunos intercambistas do Ciência sem Fronteiras aproveitam sua estadia no exterior para conhecer outros lugares. E muita gente critica isso, obviamente, mas é algo inevitável.

Nesse post vou contar sobre minha primeira viagem internacional durante minha estadia no Reino Unido. E eu vou demonstrar por esse post como essa viagem não foi algo “vazio” e apenas para entretenimento. Muita coisa que eu vi aqui com certeza aumentou meu repertório enquanto estudante e futura profissional. Para começar, antes de toda viagem, eu decidi fazer um ritual; para cada viagem, um lettering. Foi assim com Stonehenge, Londres, e agora com Frankfurt. Sim, eu e a minha amiga Letícia, também da UEMG e que está na Itália, decidimos ir para lá.

A fonte Futura, usada nessa composição, foi criada por Paul Renner em... Frankfurt

A fonte Futura, usada nessa composição, foi criada por Paul Renner em… Frankfurt

As fotos desse post são baseadas na minha percepção dos detalhes da cidade; são sobre o que as pessoas geralmente não dariam tanta importância (com exceção das Fachwerkhaus), mas que, de alguma forma, podem ser inspiradores e, às vezes, contam um pouco sobre a história do lugar.

Sobre Design de Superfície

Sobre Design de Superfície

Sobre Textura

Sobre Textura

Sobre Forma: Esses padrões tradicionais são chamados “Fachwerk”. Notei que o telhado das casas de lá são bem diferentes, a começar por vários serem cinza, mais sóbrios

Sobre Forma: Esses padrões tradicionais são chamados “Fachwerk”. Notei que o telhado das casas de lá são bem diferentes, a começar por vários serem cinza, mais sóbrios

Sobre Cores

Sobre Cores

Frankfurt foi até hoje um dos lugares mais legais que já tive a oportunidade de ir. Peguei pelo menos três coisas do chão (dentre elas, obviamente algumas folhas, uma pinha, uma rolha de garrafa) e mais umas 17 (esse é um número aleatório que eu escolhi) peças gráficas incluindo folhetos, pôsteres, postais e um livro em alemão. Sobre o livro: não falo alemão, peguei (era grátis) pela capa, – como muita gente faz -, porque a garota estava com uma expressão muito parecida com a minha de espanto. Ou seja, de um jeito muito cômico.